quinta-feira, 17 de outubro de 2013

Alimente-se Bem Após o Treino e Garanta Bons Resultados!

A alimentação correta após o treino faz uma grande diferença nos resultados! Para ter bons resultados nos treinamentos com o intuito de aumento da massa muscular é necessário aliar um bom treino à suplementação e alimentação corretas. A alimentação após o treino é importante, pois o corpo precisa de energia e aproveita melhor as propriedades dos alimentos consumidos em até 60 minutos após a atividade física.
O ideal é consumir principalmente carboidratos e proteínas. Alguns exemplos de alimentosque podem e devem ser consumidos após o treino são: pão branco, queijo, peito de peru, iogurte light, frutas, cereal sem açúcar, mandioca cozida, peito de frango, macarrão, barata cozida, aveia em flocos e claras de ovos. A quantidade de alimentos ingeridos depende de cada atleta e sua estrutura física, mas atenção, sem exageros! O ideal também é que entre o treino e a refeição seja ingerido no mínimo 500 ml de água. A inclusão de uma suplementação também é muito importante, pois por mais que o atleta se alimente corretamente, sempre faltarão alguns nutrientes importantes para o desenvolvimento da massa muscular.
Alguns suplementos importantes que podem ser ingeridos após o treino, aliados à alimentação são: Whey Protein (essencial para ajudar na construção muscular); Dextrose e Maltodextrina (auxilia na reposição de glicogênio, que é um excelente combustível para o corpo); L-Glutamina (minimiza o desgaste muscular e melhora o metabolismo das proteínas). Esses e muitos outros suplementos podem ser encontrados na MegaNutri, especializada em suplementação. Antes do treino, o ideal é consumir alimentos que ajudem a manter o seu rendimento. A Creatina é essencial para ter energia e ajuda a introduzir a água nas células musculares, dando-lhes volume. Os músculos ficam inchados e este processo, ajudando na síntese de proteína. Lembrando: sempre peça o auxílio e indicação de seu nutricionista ou personal trainer, para que os resultados sejam satisfatórios.

Ovos - A Proteína 100% para você.

ovo

Ovos - A Proteína Perfeita
Um dos mais abundantes alimentos na dieta humana e em dietas fisioculturistas. O ovo é um dos alimentos mais ricos nutricionalmente, sendo mesmo considero por muitos como o melhor. Basta questionar-se sobre como consegue formar-se um pinto dentro do ovo. A Heavy Health dá-lhe as melhores razões para incluir ovos na sua dieta, acabando também com o mito do colesterol.

O que tem o ovo de especial?
Além de ter um preço acessível para todos, o ovo tem tudo aquilo que o corpo humano necessita. Em cerca de 70 calorias, o ovo consegue reunir 13 aminoácidos essenciais para o corpo humano, como ferro, zinco, ácido fólico, fósforo, além de possuir7g de proteínas de alto valor biológico por unidade. Esta qualidade proteíca permite ao corpo a sintetização, consequentemente, o desenvolvimento muscular. Além dos valores referidos, o ovo possui ainda um leque de vitaminas indispensáveis à saúde.
O valor nutricional do ovo está dividido. A gema possui a maioria dos nutrientes e 100% da gordura do ovo. As claras são praticamente constítuidas por proteínas. Se pretender apenas proteína na dieta, pode consumir apenas as claras, mas a gema apresenta uma riqueza inigualável. Pode sempre combinar uma gema com 4 ou 5 claras para ter uma refeição completa em proteínas, baixa em gorduras e com todos os benefícios da gema.
Os ovos também Possuem alto poder saciante, ajudam na reparação das membranas celulares, mantém a pele jovem e contém luteína, um antioxidante que previne a cegueira nos idosos. Os ovos estão ainda associados a um bom funcionamento das funções cerebrais. Para completar, o ovo é ainda rico em antioxidantes que ajudam a prevenir processos generativos, como diabetes.

A pergunta que não quer calar, o colesterol dos ovos faz mal à saúde?
Muitas pessoas dizem que sim, que o colestrol faz mal à saúde, mas se perguntar 'porquê?' a essas pessoas, será que saberão responder? Não, porque o colesterol dos ovos não é prejudicial para a saúde. Perceba porquê:
A verdadeira causa para o aumento do mau colesterol (LDL) é o consumo excessivo de gorduras saturadas. Um ovo médio apresenta um valor inferior a 2g de gorduras saturadas. Se lhe disser que um prato de bacalhau com natas apresenta 30g de gordura saturada, será que o ovo continua a ser a ovelha negra da nutrição? Infelizmente, as pessoas tendem a sacrificar os ovos para poderem comer enchidos e outros alimentos prejudiciais para a saúde e ricos em gordura saturada.
Ovos
Apesar da gema ter sido sacrificada pelo seu teor de colestrol, é a maior fonte de colina, uma substância que ajuda a dissolver o colesterol das artérias. Diga-se também que a gema possui gorduras monosaturadas, saudáveis para o coração. Apesar de existir, de facto, colesterol na gema do ovo, esse colestrol não é absorvido pelas artérias.  Entre tantos benefícios, é incompreensível condenar os ovos.
Com isto, se tem problemas com o colesterol, o ovos não são os responsáveis, mas sim o excesso de gordura saturada que tem na sua dieta, pense nisso.

Como preparar os ovos?
Tudo menos fritos. Estará a destruir a riqueza nutricional da gema, além de adicionar gorduras desnecessárias ao seu ovo preparando-os com mateiga ou outras gorduras. Pode cozer, fazer ovos mexidos, escalfados ou até parti-los num recepiente e levar ao microondas essa é a forma correta para se aproveitar o maximo do alimento.

A melhor hora para os consumir?
 O seu imenso poder saciante vai impedir que tenha fome ao longo da manhã. Fique sabendo que o pequeno almoço de muitos culturistas - e inclusivé o meu também - passa pela combinação de aveia com ovos.
Sugestão: coloque 2 ovos e 80g de aveia num liquidificador, utilize uma frigideira anti-aderente e prepare uma deliciosa panqueca para o pequeno-almoço. Caso a mistura esteja muito consistente, adicione 2 ou 3 claras. Polvilhe com canela, pois é muito benéfica para a saúde. Se desejar mais proteína, adicione mais claras.

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

Treino Fitness..... Quais os melhores exercícios de musculação para o peito?

Peitorais firmes são a chave para melhorar o seu físico (tanto para homens como para mulheres), pelo que não é surpresa nenhuma que, quando se trata de treino de musculação, os exercícios de peito sejam os mais populares.
Mas, na verdade, quais os exercícios mais eficientes para desenvolver o volume dos peitorais? A ciência já se debruçou sobre o assunto.

Relembrando o básico…

Os peitorais são um grupo muscular constituído por dois músculos: o peitoral maior e o peitoral menor. Não existe físico equilibrado sem peitorais salientes e bem desenvolvidos (sinónimos de força e potência).


O músculo peitoral maior faz a ligação entre o peito (esterno e clavícula) e os braços. Já o peitoral menor faz a ligação entre a caixa torácica e a escápula (omoplata). Se mal desenvolvidos, estes músculos podem ser responsáveis por grandes perturbações funcionais (postura curvada, volume respiratório fraco, etc…).

Quais os melhores exercícios para o peito?

Investigadores da Universidade do Wisconsin tentaram definir quais os exercícios de musculação mais eficientes para estimular o desenvolvimento dos peitorais [*1]. A equipa de investigadores do Departamento de Exercício e Ciência Desportiva da universidade recorreu a 14 voluntários saudáveis, com idade entre os 19 e os 30.
Após escolher nove dos exercícios mais utilizados para treinar os músculos do peito, os sujeitos foram testados para definir qual a repetição máxima para cada um desses exercícios. Após uns dias de descanso, um segundo dia de testes foi planeado. O estímulo muscular foi avaliado através da técnica de eletromiografia (EMG). O objetivo era determinar qual desses exercícios resultava no maior nível de ativação muscular.
Analisando os dados, os investigadores descobriram que o peitoral maior era mais requisitado durante o supino deitado com barra, tornando-se, portanto, no exercício de referência. Tanto o peck deck como as aberturassuscitaram uma ativação muscular muito próxima do exercício de referência (com uma percentagem de ativação de 98% e 93%, respectivamente, comparado com o supino deitado com barra).
Seguindo esse raciocínio, foram igualmente comparados os níveis de percepção de esforço (RPE) dos outros exercícios:

Comparado com o supino deitado com barra, todos os outros exercícios testados suscitaram menos ativação muscular e valores RPE menores: «Os exercícios que menos atividade suscitaram foram as flexões», diz o autor do estudo, «sendo que só chegaram a valores médios entre 61 e 63%». Os investigadores frisaram, no entanto, o facto de não ter sido adicionada nenhuma carga extra para as flexões. Apesar de cada um desses três tipos de flexões ter como alvo os músculos do peito, os sujeitos não estavam a levantar tanto peso, em termos de percentagem, pelo que mais repetições (basicamente o dobro delas) teria sido necessário para igualar o esforço dos primeiros três exercícios.
Estas conclusões vão ao encontro de outro estudo [*2] realizado por Boeckh-Behrens e Buskies. Os investigadores concluíram que o supino declinado era o exercício mais eficiente para o músculo do peitoral como um todo e que o supino inclinado isolava a parte superior do peito de forma ideal para quem procura desenvolver essa mesma região:


Este estudo concluiu que um programa ideal de treino para peito deve andar à volta do supino deitado com barraaberturas cruzadas com cabos e de fundos com o peso corporal (para poder esgotar o músculo).
Conclusão
Com base nesses estudos, constatamos que o supino deitado com barra, peck deck e as aberturas cruzadas com cabos são os exercícios mais eficientes para trabalhar os peitorais. Pode sempre alterar a inclinação do banco, de modo a transferir o estímulo para a parte superior ou inferior dos peitorais.

Como realizar os três principais exercícios para peito de forma correcta?


Supino com Barra


Comece com os pés bem apoiados no chão e as costas bem apoiadas no banco. A pega deve ser ligeiramente mais larga do que os ombros de forma a que, quando os antebraços estiverem alinhados com o corpo, fiquem perpendiculares ao chão e os cotovelos façam um ângulo de 90 graus.
Agarre bem a barra e com segurança baixe-a de forma controlada até tocar no peito. Depois, empurre a barra para cima, bloqueando os cotovelos. Se quer manter a tensão sob os peitorais, pare antes de bloquear os cotovelos. Desça lentamente, faça uma pausa e repita o exercício.
Dica: Muita gente desce demasiado rápido e deixa os cotovelos subirem demasiado na descida, o que pode provocar lesões nos ombros. Desça de forma lenta e controlada, mantendo sempre os cotovelos por debaixo dos pulsos.

Peck Deck


Coloque os pés no chão (à largura dos ombros ou um pouco mais afastados) e encoste-se firmemente ao encosto das costas. Eleve e dobre os cotovelos a um ângulo de 75 a 90 graus à altura dos ombros e posicione-os no centro dos encostos das peças rotativas, por vezes chamadas de “asas”. Empurre as asas lentamente até ao ponto em que quase se tocam. Depois, faça o movimento contrário para voltar à posição inicial.
Dica: nesta máquina, muita gente adota uma técnica própria para conseguir puxar mais peso, o que é um erro enorme e que pode provocar lesões. Ao usar demasiado peso, tornam-se incapazes de realizar o movimento completo ou tentam compensar ao retirar as costas do encosto de forma a terminar o movimento.

Aberturas Cruzadas com Cabos


Coloque os pés à largura dos ombros, lado a lado ou com um pé à frente do outro, com uma distância ligeiramente superior à de um passo. Agarre uma pega com cada mão. As mãos devem estar abaixo do nível dos ombros e os cotovelos devem estar ligeiramente flectidos. Aproxime as mãos lentamente até que os braços estejam quase esticados. Movimente primeiro os braços para baixo e depois para a frente, na direção do peito, para conseguir fazer um arco bem largo. Regresse lentamente à posição inicial e repita.
Dica: evite mover o tronco para perto das mãos. Alguns atletas começam o exercício com uma hiperextensão horizontal dos ombros ou com os braços atrás do tronco e depois chegam mesmo a cruzar as mãos para além da linha imaginária do meio. Apesar deste movimento extremo poder parecer correto, existe o risco de lesões nos ombros durante a hiperextensão e nas mãos quando as pegas passam tão perto uma da outra.





DICA FITNESS: ESTRATÉGIAS NUTRICIONAIS PARA AUMENTO DA MASSA MUSCULAR.

O aumento expressivo da massa muscular só é possível quando existe sinergia entre o treinamento, o descanso, a alimentação e uma suplementação nutricional adequada (se necessário). Quando apenas um destes fatores não está adequado, sem dúvida, o processo de hipertrofia muscular será prejudicado.

A hipertrofia ocorre apenas a partir do saldo de síntese protéica, ou seja, quando a síntese de proteínas excede a degradação protéica. Para maximizar o ganho de massa muscular, é necessário otimizar os fatores que promovam a síntese e diminuam a degradação protéica. Um grande número de potenciais fatores pode influenciar as alterações induzidas pelo exercício sobre o metabolismo protéico muscular, incluindo tipo, intensidade, freqüência e duração do exercício, fatores hormonais, duração do período de recuperação pós-exercício de força e ingestão dietética.

A ausência de uma ingestão alimentar adequada mantém a síntese protéica negativa, mesmo com a presença do exercício de força. Estima-se que em torno de 60-70% do sucesso em um programa de treinamento dependa da alimentação. Portanto, este artigo apresenta várias estratégias nutricionais que não podem ser negligenciadas quando se tem por objetivo o aumento da massa muscular.

São estratégias fundamentadas em anos de experiência atuando com bodybuilders de alto nível. Os adeptos deste esporte são ótimos parâmetros, pois buscam a condição máxima de apresentação física em simetria, densidade, volume e definição muscular. Eles estão para o nosso trabalho com indivíduos frequentadores de academia não atletas, como a Fórmula 1 está para a indústria automobilística. Ou seja, podemos utilizar as mesmas estratégias/princípios, logicamente com as devidas proporções.


DICAS:

01 - Estabeleça objetivos factíveis!

Primeiramente deve-se ter ampla consciência que sem o uso de drogas anabólicas nocivas à saúde, é praticamente impossível um ganho em massa isenta de gordura superior a dois quilos em um mês. Vale mencionar também que conforme o indivíduo torna-se cada vez mais adaptado ao treinamento, a evolução torna-se mais lenta.

02 - Atenção com sua ingestão calórica!

Um dos erros mais comuns é ingerir a mesma quantidade ou até menos calorias do que se gasta, ficando com um déficit energético considerável. Essa prática certamente impedirá o processo de hipertrofia. Não se esqueça que a capacidade do músculo de formar novas proteínas musculares depende não só da oferta de aminoácidos da dieta, mas também da ingestão energética. O equilíbrio energético positivo é importante na resposta imunológica e na liberação hormonal. Para proporcionar um adequado ganho de massa muscular, deve-se ingerir em torno de 500 calorias acima do gasto energético por dia. Ou seja, se o indivíduo possui um gasto energético de 3000 calorias/dia, necessita ingerir pelo menos em torno de 3500 calorias para obter um processo anabólico.

Existem alguns indivíduos/atletas que utilizam uma ingestão calórica bem mais elevada. No entanto, o risco de ocorrer um indesejável acúmulo de gordura corporal é grande.

03 - Procure crescer sempre com qualidade!

Nas décadas de 1980 e 1990, era comum indivíduos que buscavam o ganho de massa muscular preocuparem-se em aumentar muito o peso corporal, ingerindo uma enorme quantidade de calorias. Essa prática provocava um aumento muito grande no tecido adiposo. Após atingir o peso desejado, iniciava-se o processo de perda de gordura. Porém, com o passar do tempo, observou-se que essa não era a forma mais inteligente, pois, na fase de definição, boa parte da massa muscular conquistada com árduo sacrifício, era rapidamente perdida.

Antes de começar qualquer trabalho, para os mais gordinhos, recomenda-se diminuir o excesso de gordura corporal antes de se iniciar um processo para aumento de massa muscular. Nesse período, o indivíduo deve preocupar-se não somente com o aumento da massa magra, mas também em evitar o acúmulo de tecido gorduroso, para garantir uma fase de definição mais curta e menos árdua. Quanto menor e menos intenso for o período de definição muscular, menores as chances de perda de massa magra.

04 - Faça um fracionamento correto das refeições!

Sabe-se que a alimentação causa um substancial aumento na síntese protéica e uma pequena inibição na degradação, o que resulta em um acréscimo de proteína muscular. Todavia, a resposta anabólica da alimentação é transitória, e dentro de algumas horas após o término da refeição, ou após um período de jejum, há a reversão desses dois processos (degradação > síntese). Desse modo, o ideal seria manter uma média entre cinco e sete refeições diárias, alimentando-se a cada 2,5 - 3 horas, visando garantir um contínuo estado anabólico.

05 - Mantenha a ingestão de proteínas adequada em todas as refeições!

O músculo esquelético possui em torno de 50% da proteína corporal total. Seus dois componentes dominantes são a água e a proteína, na razão de aproximadamente 4:1. A proteína corporal está em constante reciclagem, com síntese de novas proteínas e degradação de antigas proteínas. As mudanças que ocorrem na massa muscular refletem alterações nas taxas de síntese e degradação protéica corporal. Quando há maior disponibilidade de aminoácidos livres, ocorre ativação das taxas de síntese protéica. Porém, à medida que essa disponibilidade cai, o organismo passa a usar as proteínas estruturais, ativando as taxas de degradação protéica.

A quantidade protéica necessária para o indivíduo que treina com alto volume e/ou intensidade deve ser oferecida durante todo o dia, devendo ser distribuída em todas as refeições. Essas proteínas devem oferecer, sobretudo, aminoácidos essenciais (proteínas de alto valor biológico) para que sejam utilizadas no crescimento muscular. Alimentos como aves, carne bovina magra, peixes, lacticínios desprovidos de gordura e ovos devem fazer parte de todas as refeições diárias. Quando houver impossibilidade da utilização de um desses alimentos, seja por dificuldade de transporte e/ou falta de tempo, recorrer a suplementos protéicos pode ser uma boa medida.

Isso não significa que a hipertrofia muscular somente será obtida com a ingestão de uma quantidade exacerbada de proteínas. Recomenda-se em torno de dois gramas de proteína para cada quilo de peso corporal. Um indivíduo com 90 kg deveria ingerir em torno de 180 gramas de proteínas ao dia. Esta quantidade seria suficiente para aqueles indivíduos mais prudentes/inteligentes que ficam distantes de qualquer droga anabólica. Sem dúvida, o uso dessas drogas otimiza muito a síntese protéica, tornando necessária uma ingestão protéica bem mais elevada.

Receita Fitness.... Granola com Creme de Iogurte e Frutas, excelente receita para matar a fome.

Ingredientes.
1 Xícara de granola
5 Colheres de iogurte

Frutas de sua preferência (deixar cortados)
Kiwi
Morango
Manga
Abacaxi
Maçã
Pêra
Mamão
Banana

Modo de Preparo:
Colocar todas as frutas picadas em uma taça, colocar as colheres de iogurte, cobrir com a granola e se quiser colocar duas colheres pequenas de mel.


terça-feira, 15 de outubro de 2013

Treino Fitness.... Exercícios com Pesos para o Abdômen.

Os exercícios com pesos para o abdômen trabalham os abdominais superiores e inferiores, assim como os músculos oblíquos.

Navegue pelos diversos exercícios com pesos para o abdômen descritos em seguida:
  • Abdominal com peso
  • Elevação de pernas com pesos
  • Inclinação lateral com pesos

Abdominal com Pesos

Abdominal com Pesos
  • Deite-se de costas sobre o banco e segure um peso por cima do seu peito.
  • Levante o tronco até que os ombros já não estejam tocando no banco e baixe novamente depois de uma pequena pausa.
  • Para evitar puxar o pescoço com as mãos, olhe em frente e não para os joelhos.

Elevação de Perna com Pesos

Elevação de Perna com Pesos
  • Deite-se de costas sobre o banco, segurando os lados com as mãos e aperte um peso entre os pés.
  • Levante as pernas até estas ficarem perpendiculares ao chão e volte a baixá-las depois de uma pequena pausa.
  • Tente manter as pernas esticadas, mantendo os joelhos no mesmo ângulo.

Inclinação Lateral com Pesos

Inclinação Lateral com Pesos
  • Segure um peso com uma mão ao longo do seu corpo.
  • Incline o tronco para o lado que está segurando o peso e volte à posição inicial após uma pequena pausa. Complete a sequência e mude de lado.
  • Tenha cuidado para não inclinar o seu corpo demasiado para o lado, pois pode ter dificuldade em voltar à posição inicial.

Treino Fitness.... Conheça 6 erros frequentemente cometidos durante o treino de deltoides e aprenda a evitá-los.

Os deltoides, os romboides, o trapézio, os ligamentos da região, os ombros, as articulações e todas as estruturas que compõe a região que é normalmente conhecida apenas como “ombros” ou, quanto muito “deltoides” sem sombra de dúvidas, fazem parte fundamental dentro de um shape. Desta forma, além de suas importantíssimas funções biomecânicas, de estrutura, estabilização entre outras tantas, ela também exerce forte influência em um shape que busque simetria e, por conseguinte, necessita de um desenvolvimento ímpar.
Entre as funções estéticas mais importantes, ter deltoides relativamente bonitos faz com que o destaque e uma cintura fina (principalmente no caso dos homens e em quaisquer casos de indivíduos de cintura larga) seja mais presente. Se observarmos, por exemplo, corpos como o de Evan Centopanni, Zakk Kahn e Foud Abdia que possuem cintura relativamente grande, as mesmas parecem extremamente finas, visto o potencial do desenvolvimento desta região (dos ombros). Ainda, quando o indivíduo possui relativamente uma cintura fina, a impressão fica ainda melhor. Entretanto, alguns erros são frequentemente cometidos durante o treinamento dos deltoides. Isso pode fazer (e de fato faz) com que haja um subdesenvolvimento de tal, mas, principalmente acarretar lesões que possam ser irreversíveis. Assim, hoje conheceremos 6 destes erros mais frequentes e aprenderemos como corrigi-los a fim de que possamos evitar estes contratempos.


1 – Utilizar muitos músculos auxiliares e estabilizadores em treinos de deltoides

Pelo perfeito sinergismo que há no corpo humano, caso alguma situação fisiológica do indivíduo aconteça de maneira contra o que o metabolismo quer, sua tendência é brecá-la ou minimizá-la o quanto antes e, para isso ele possui vários mecanismos, um deles são os músculos conhecidos como estabilizadores e auxiliares (ou seja, que nem sempre são o foco daquele exercício naquela hora).
Durante treinamentos de força, é comum que se façam alguns roubos, principalmente se este for feito com alguém que prefira trabalhar em explosão, gerando trancos, arranques e outros. Acontece que, os deltoides, diferentemente dos dorsais, por exemplo, requer uma atenção específica, na medida em que, além de ser uma região MUITO complexa e cheia de detalhes, sua participação como sinergismo na maioria ou, diria eu em todos os exercícios é mais do que frequente.
Quando o assunto é o treino de deltoides, sempre a recomendação que fica é procurar executar “inadequadamente” os exercício o mínimo possível e, se possível não fazê-lo. Isso deve-se a sensibilidade e a grande chance de lesão que possui a região por sua complexidade de tendões e ligamentos também. Aliás, caso haja alguma lesão ali, o resto do treinamento de membros superiores e, em alguns exercícios para inferiores também ficam comprometidos largamente.
Se bem nos lembrarmos, qual é o intuito do treinamento de força? Aumentar a mesma, claro, através de estímulos que possam solicitar determinadas fibras musculares voltadas a esse objetivo. Assim, não necessariamente precisamos de toda essa potência para tal. Se conseguirmos isolar determinada região e adiante trabalhar dentro de protocolos de força e, fazê-los da forma mais intensa, isso já será mais do que suficiente e preventivo. O problema são aqueles que ainda insistem em acreditar que para isso, tem de levantar sempre um peso maior, quando, na verdade, não interessa se sua capacidade de força consegue realizar o exercício com mais ou menos peso. O importante, na realidade é fazê-lo sempre superando-se a cada treino.
Contudo, a principal dica que fica é: Procure isolar ao máximo o trabalho nos deltoides, mesmo em exercícios compostos. Foco no músculo alvo!

2 – Iniciar sempre o trabalho de deltoides com exercícios compostos

Um grande erro, que, inclusive, também ocorre com outros grupamentos musculares é sempre iniciar o treinamento com exercícios compostos. No caso específico dos deltoides, entre os principais destes exercícios, estão os desenvolvimentos (militar, por trás, Smith, barras, halteres, cubano e todas as outras variações). Não é errôneo iniciar o treino de deltoides com este exercício e suas variações. O problema é quando passa-se a não ter variações de inicialização do treinamento. Isso pode, principalmente a longo prazo, desencadear alguns problemas que variam desde uma simples estagnação no desenvolvimento deles, até mesmo lesões, visto que esses exercícios são o que normalmente mais empregamos carga. É interessante iniciar o treino com exercícios isoladores, que busquem o mínimo possível de músculos auxiliares. Isso fará com que, primeiramente, seja dado um estímulo diferente; em segundo, fará com que quando chegarmos nos exercícios compostos, possamos utilizar ao máximo os músculos auxiliadores (que normalmente são menores do que os principais) para a exaustão total dos principais, ou do foco do exercício; em terceiro, já auxiliará em um aquecimento da região principal a ser trabalhada e entre outras vantagens.
Tente, ao invés da “rotina clássica de deltoides” (normalmente formada, em ordem por desenvolvimento, elevações laterais, frontais, crucifixo inverso e encolhimentos ou remadas altas) por opções que iniciem com elevações laterais ou frontais, drop sets nas mesmas e assim por diante. Você verá como o trabalho nos deltoides, propriamente ditos, será muito mais eficaz.

3 – Sobrecarregar demais o manguito rotator com exercícios de “fortalecimento”.

É típico vermos em academias, indivíduos iniciando o treinamento com as famosas rotações de manguito. Isso, a grosso modo, não acarretaria problemas, se não fizessem, na maioria dos casos, de maneira totalmente inadequada. Entre os principais erros que estão nesta sobrecarga, podemos destacar o excesso de trabalho, fazendo com que o músculo já se encontre “cansado” na hora do treinamento, propriamente dito; utilizar muita carga para o “fortalecimento”; sempre iniciar o treino com rotações de manguito, entre outros.
Se você deseja realmente fortalecer o manguito rotator, acho muito mais conveniente fazê-lo após o treinamento, podendo utilizar o “máximo” desses ligamentos e, assim, fortalece-lo sem medo que possa prejudicar no treinamento. Para isso, algumas séries com um elástico de boa tensão ou até mesmo com cabos ou deitado com halteres e o mínimo peso possível, já é mais do que suficiente. É recomendável, também, que isso seja feito no mesmo dia do treino de deltoides e não EM TODOS OS TREINOS, afinal, queremos evitar sobrecargas desnecessárias não é mesmo?
Porem, se o intuito é mesmo o aquecimento, o ideal ou o que considero mais ideal são pequenas séries sem grande intensidade de rotação de manguito com halteres EXTREMAMENTE LEVES ou elásticos de tensão baixa, unicamente para, aquecer a musculatura, ou seja, desviar um certo fluxo sanguíneo e temperatura para lá. Diferente do que fazemos em um treino de peitorais ou dorsais, por exemplo, onde é possível realizar esse “aquecimento” com séries mais pesadas, no intuito de preparar o músculo, propriamente dito para cargas bastante elevadas.

4 – Não propor um tempo de recuperação adequado

Em primeiro lugar, devemos lembrar que a musculatura dos ombros são sinérgicas, praticamente como todos os outros grupamentos musculares, inclusive com os membros inferiores. Portanto, sabendo disso, já podemos pressupor que, os deltoides sofrem um absurdo desgaste praticamente todas as vezes que treinamos. O resultados é que indiretamente estaremos os treinando a todo instante.
Essa interferência por sua vez, faz com que, aliando a uma má recuperação ou até mesmo uma forma inadequada de recuperação, os deltoides sofram algum risco, principalmente de desgaste e lesão (aliás, se pararmos para observar, a maioria das pessoas que lesionam os deltoides, não é durante algum exercício específico para eles, mas sim, em exercícios de outros grupamentos), além de um maus desenvolvimento. Algumas estratégias são importantes para evitar prejuízos tais quais estes. Entre elas, podemos destacar a boa divisão sinérgica do programa de treinamento com escolhas inteligentes como NÃO treinar deltoides um dia antes ou um dia depois do treinamento de peitorais, realizar o treino específico de deltoides mais do que uma vez na semana, não utilizá-lo ao máximo como músculo auxiliar (principalmente em supinos e crucifixos) entre outros.
Assim, treine deltoides apenas uma vez na semana, não sobrecarregue-o com mil exercícios nesse treino e, óbvio, jamais se esqueça que a nutrição e hidratação também são fundamentais durante essa recuperação.

5 – Elevações laterais acima da linha dos deltoides

Sim, aos que consideram essa forma de executar o exercício mais “puxada” ou sentem que ‘pega mais” venho propor novos horizontes de pensamento.
Quando elevamos os braços além da linha dos deltoides, na realidade o movimento pode até ser dificultado, mas, o recrutamento nos deltoides passa a ser praticamente inexistente. Imagine os deltoides dentro de ângulos que funcionarão do 0° até 180° sendo que, passando dos 90º os níveis de ativação dos deltoides, começam a ficar igual ao seu inverso. Então, por exemplo, o ângulo de 95º “recrutaria o mesmo que elevando o braço 5º da posição das palmas das mãos coladas nas coxas.” Isso ocorre, pois, passamos a “trabalhar ossos” como diz o grande mestre Luiz Fernando Sardinha que, aliás, é um mito na biomecânica.
Para realizar de maneira eficaz as elevações laterais então, procure trabalhar um pouco menos do que 0°, podendo ser em torno de 15-25° da posição da coxa, e chegando a quase 90º na elevação. Isto é, você não deve chegar ao final do movimento, antes de elevar os braços novamente e nem ultrapassar a tensão máxima do grupamento. Esta é uma forma de manter durante todo o movimento uma constante tensão na musculatura alvo e assim, passar a obter novos resultados.
Entretanto, vale lembrar que, em alguns treinos, principalmente os voltados a força bruta, isso pode não ser o mais conveniente e nem ser o tipo de periodização que o atleta busca. Mas, que tal tentar?

6 – Negligenciar a parte posterior do ombro

Muitos indivíduos cometem o grande erro de achar que treinamento de deltoides envolve unicamente sua parte lateral e sua parte frontal, quando, na verdade, a parte posterior (que envolve os romboides, trapézio, o próprio feixe posterior dos deltoides e alguns pequenos outros músculos) merece um tratamento tão focado quanto as outras. Isso porque, além do ponto referente à simetria, o qual creio que nem devamos perder tempo por ser algo tão óbvio, ainda contamos com as funções auxiliares que essa região dos ombros apresenta. Entre as principais, podemos destacar a estabilização da barra, no agachamento livre; o auxílio em alguns exercícios tais quais o supino reto, a estabilidade em movimentos para os dorsais, como remadas e até mesmo o pulley; movimentos rotacionais dos ombros e assim por diante. Portanto, dedique-se a esta região. Boas opções para isso é, trabalha-la sinergicamente com o treino de dorsais, deixando para o final do treino algum tipo de crucifixo inverso e/ou remadas que valorizem os deltoides posteriores (e, para que isso seja bem feito, é bastante importante manter os cotovelos sempre altos) ou trabalhá-la durante o treinamento de deltoides, mas, não deixando de dar a devida intensidade à região. Isso tudo, sem contar, claro, a devida recuperação da mesma, lembrando da sinergia que há entre os grupamentos musculares.
Conclusão:
Apesar de ser um músculo trabalhado constantemente, mesmo que muitas vezes não paremos para pensar nisso, os deltoides merecem algumas atenções especiais referente aos seus sistemas de treinamento, na medida em que, são músculos sinérgicos a praticamente todos os outros grupamentos e treinamentos musculares. Desta forma, faz-se essencial que eles mereçam os devidos cuidados, evitando lesões e proporcionando sempre o melhor possível no quesito de resultados.
Lembre-se sempre de que os deltoides merecem uma atenção biomecânica bastante especial nos treinamentos e, tanto quanto outros músculos, talvez até mais, mereça a devida atenção à recuperação adequada, envolvendo o tempo entre as sessões de treino, a nutrição e hidratação adequada e, claro, periodizações que aumentem o rendimento e a variabilidade do treinamento e do estímulo a serem dados ao mesmo.
No caso de deltoides, deixo a frase: Pequenos detalhes podem fazer grande diferença!

Bons treinos!